sábado, 29 de janeiro de 2011

Esporte Paraolímpico - o Brasil se destaca...

Hoje vimos mais uma vez o esporte paraolímpico brasileiro se destacando na mídia!
Parabéns aos nossos atletas...é isso aí!!!! Esse é o espírito brasileiro!!
Nossa atleta tirando sua medalha do bolso, e entregando ao seu treinador e acompanhante de corridas!
Emocionante!!
Palmas pela atitude!!!!! Afinal essa turma dá um duro e nao tem medalha pra eles....
É mais uma prova que o o esporte paraolímpico cresce no Brasil!!

Pra quem nao leu as notícias...aí vai o resumo!

O Brasil encerrou neste domingo a sua participação no Mundial Paraolímpico de Atletismo, em Christchurch, na Nova Zelândia. A delegação de 25 atletas saiu da competição realizada no Estádio Queen Elizabeth II com 30 medalhas, sendo 12 de ouro, e ficando em terceiro lugar no quadro final. O primeiro lugar ficou com a China, seguida pela Rússia.
No último dia, as últimas medalhas brasileiras saíram na maratona, categoria T46 (amputado). O brasiliense Tito Sena ficou em segundo lugar e o baiano Ozivan Bonfim terminou em terceiro.
Os destaques da equipe brasileira foram Terezinha Guilhermina (quatro ouros), Lucas Prado (três ouros) e Odair dos Santos (um ouro), todos participantes da categoria T11. O País segue com o domínio entre as provas de deficientes visuais, mas ainda precisa de evolução entre os cadeirantes e os de paralisia cerebral.
Na prova entre os amputados houve uma evolução, especialmente nas provas de velocidade. O alagoano Alan Fonteles foi bronze em duas provas, sendo em uma delas de um duelo contra o sul-africano Oscar Pistorius e o americano Jerome Singleton. Um dos ouros bastante comemorados foi o de Yohansson Nascimento nos 100 m, T46 (amputados).
A partir de agora, o foco da equipe paraolímpica será o Parapan de Guadalajara. A meta do Comitê Paraolímpico Brasileiro é superar as potências Canadá e Estados Unidos e terminar em primeiro lugar no quadro.

Dá-lhe Brasil!!!!!!!!!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Vela adaptada...você conhece este esporte???

A Vela Adaptada, teve início no Brasilem 1999 com o Projeto Água-Viva em São Paulo.
Em 2000, a  Federação Brasileira de Vela e Motor - FBVM, tomou conhecimento do Água Viva, e criou a Coordenação de Vela Adaptada, para desenvolver este trabalho a nível nacional, criando o 1º Polo de Vela adaptada em São Paulo. Em trabalho conjunto, a Federação de Vela de São Paulo incorporou o projeto Água Viva tornando-o parte da Coordenação Paulista de Vela Adaptada.
A partir deste ponto, a FBVM trabalhou junto às entidades internacionais para que fosse reconhecida junto ao Comitê Paraolímpico Brasileiro  e a IFDS – International Federation Disable Sailing. Em 2003, veio o reconhecimento pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro, sendo que no final de 2003 chegaram ao Brasil os primeiros barcos da classe 2.4mR. Nos Jogos Paraolímpicos do Brasil, disputados em São Paulo, em maio de 2004, a vela participou como esporte-demonstração com estes barcos.
Em 2007, a FBVM se dividiu em duas Confederações, uma delas sendo a Confederação Brasileira de Vela Adaptada - CBVA, que cuida exclusivamente deste esporte a nível nacional.  Desde então, com a ajuda do CPB, a CBVA possui vários Polos de Vela Adaptada funcionando no país (São Paulo, Santa Catarina,  Distrito Federal, Rio de Janeiro, Espirito Santo e Rio Grande do Sul ).

Os atletas treinam em vários tipos de barcos: o 2.4mR, oficial das Paraolimpíadas,  o Day Sailer, barco de 5 metros sem quilha, que não é oficial. Em 2008 chegou ao país o barco Sonar, que foi usado pela equipe brasileira nas Paraolimpíadas de Pequim, e que também está sendo usado para treinamento dos atletas que participarão das Paraolimpíadas de 2012.
Com o apoio do CPB, a Vela paraolímpica vem tendo um crescimento exponencial, tendo a equipe da CBVA conseguido a vitória de representar o país nas Paraolimpíadas de Pequim, com os atletas cariocas Luiz Faria, Darke de Matos e Rossano Leitão.
Pessoas com deficiência locomotora ou visual podem competir na modalidade. A Vela paraolímpica segue as regras da Federação Internacional de Iatismo (ISAF) com algumas adaptações feitas pela Federação Internacional de Iatismo para Deficientes (IFDS). Três tipos de barco são utilizados nas competições paraolímpicas: o barco da classe 2.4mR tripulado por um único atleta; o barco da classe Sonar, com 3 atletas; e o barco SKUD-18 para 2 tripulantes paraplégicos, sendo obrigatoriamente 1 tripulante feminino.
As competições, denominadas de “regatas”, são percursos sinalizados com bóias, feitas de acordo com as condições climáticas, de forma que o atleta teste todo seu conhecimento de velejador.  Barcos com juízes credenciados pela ISAF fiscalizam o percurso, podendo o atleta ser penalizado com pontos, caso infrinja alguma regra. Uma competição é composta de várias regatas, ganhando o evento aquele que tiver melhor resultado, após a somatória de todos as suas colocações nas regatas.
Os vencedores das regatas normalmente são os velejadores que conseguem imprimir uma maior velocidade nos barcos, realizar melhores manobras e buscar as melhores condições de vento (tática de regata).           

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Campeonato Mundial - Medemblick / Holanda 2010

Em julho participei pela primeira vez de um Campeonato Mundial! 
Em Medemblik na Holanda pudemos sentir orgulho
de representar nosso Brasil! 
Equipe brasileira em Medemblik



  2011...Medemblik espere por nós..."nós vamo invadi sua praia"!!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

TOUCHÉ...

Ernesto e amigos do Touché...
Obrigado pela super homenagem...demais!!!!
Que em 2011 vocês tenham muitas vitórias!!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Bem-vindos ao meu blog!

Dedico este blog a todos que acreditaram na minha volta ao iatismo!
Família, amigos, terapeutas...Pirao - meu treinador e pessoal da equipe técnica - enfim todos vocês!
Aproveito também para destacar a importância da infra-estrutura oferecida aos atletas em Floripa! 
Sem isso, certamente nao teríamos chegado ao Mundial da Holanda!
A todos...muito obrigado pelas oportunidades!